sexta-feira, 18 de setembro de 2015

HISTÓRIA DO RÁDIO EM LONDRINA ( FOTO JOTA MATEUS )





omovia corrida pedestre quando aniversariava e eu estou no palanque, na transmissão, entre os saudosos Padre Eduardo Afonso e o Nello Lainetti. no lado esquerdo está o José Polo(técnico) e no fundo o Edson Gradia. A Alvorada era a grande emissora da época com uma programação super eclética. Era "a emissora da família paranaense". No ano seguinte fui pra Paiquerê.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

SURGE LONDRINA NO MEIO DA FLORESTA VIRGEM ( FOTO )


Paulo Delgado to


LONDRINA EM FOTOS




LONDRINA....FOTO DO FUNDO DA PRIMEIRA MATRIZ DE LONDRINA, ATUAL RUA MIGUEL BLASI


HISTÓRIA DO BOSQUE DE LONDRINA

FOLHA DE LONDRINA ( CADERNO ESPECIAL )

Um bosque cheio de histórias

Os galhos que hoje abrigam milhares de pombas já serviram de sombra para momentos lúdicos de Londrina

Historicamente, ele é mais antigo que a própria cidade. Em 1931, três anos da criação de Londrina, e muito antes dos vários prédios e construções que hoje o cercam, o Bosque Marechal Cândido Rondon já estava lá. Na época, era apenas um terreno doado ao município pelos colonizadores ingleses. Nem nome tinha, o que viria a acontecer em 1958 - numa homenagem ao sertanista Cândido Mariano da Silva Rondon. 

Ocupou, logo de início, o espaço que se tornaria o centro de Londrina, com suas perobas, figueiras, ingás e tantas outras árvores nativas. Infelizmente, hoje o local é muito mais conhecido pela enorme quantidade de pombas – 300 mil, estimam os biólogos – do que por um verdadeiro patrimônio da cidade. 

No decorrer dos anos, o Bosque passou por muitas mudanças. No começo da década de 50, na gestão do prefeito Milton Menezes, foram instalados no ali um viveiro de animais, parque infantil, quadra poliesportiva, vestiários e sanitários públicos. 

Foi quando o advogado Sebastião Nei dos Santos começou a ver sua história entrelaçada com a praça central de Londrina. "Eu trabalhava na Prefeitura, que ficava onde hoje é o Bradesco da Rua Souza Naves", recorda Santos. "Então, passava todo dia pelo Bosque." 

Assim que se casou, em 1962, ele foi morar no Edifício Bosque, na esquina da ruas Piauí com Rio de Janeiro. Por lá ficou até 1970. 

O advogado não se esquece do pau d’alho que ficava em frente à Catedral. "Quando chovia, ela soltava um cheiro agradável. Minha mulher descia com minhas filhas para brincar no Bosque e na Concha Acústica. Era um local aprazível, um pulmão verde da cidade", conta. 

A cara do Bosque mudou ainda mais no começo dos anos 70, quando, na gestão do prefeito Dalton Paranaguá, ocorreu o alargamento da Rua Piauí e ali foi instalado o terminal de ônibus de Londrina. O espaço foi cercado e passou a impedir a entrada de visitantes. Em 1988, com a transferência do terminal, o antigo virou um grande estacionamento. 

Em 1991, na gestão do prefeito Antonio Belinati, foram iniciadas obras reivindicadas pela Associação dos Amigos do Bosque. Três mil assinaturas de todo o centro apoiaram a causa. Surgiu, então, uma nova área de lazer, com equipamentos de ginástica, pista para caminhada, ciclovia e o espaço foi batizado de "Zerinho". 

Em 2011, o ex-prefeito Barbosa Neto tentar reabrir o bosque para o trânsito de veículos. Mas a intenção foi barrada por uma ação judicial movida por uma ONG ambiental, que contou com forte apoio da opinião pública. 

Oásis
Um verdadeiro oásis: essa é a definição dada ao Bosque pela irmã Lucimar Stefanelo, que chegou a Londrina em 1968 para trabalhar no Colégio Mãe de Deus. Quando era professora de Ciências, levava os alunos para aulas práticas no Bosque. 

"A gente estudava os nomes científicos das árvores, era ótimo para o aprimoramento de estudantes", comenta. Não era à toa. No último levantamento das árvores do Bosque, foram contadas 62 espécies, sendo 39 nativas locais, 11 nativas do Brasil e 12 exóticas. 

Nos mais de 40 anos de contato da irmã Lucimar com o local, muitas outras árvores encheram de orgulho os londrinenses que passavam pelo centro da cidade. "O Bosque sempre foi um ótimo local para respirar, e onde as pessoas se sentiam bem e felizes", lembra a irmã. 

Aos domingos à tarde, pais passeavam com os filhos na praça verde do centro, e suas entranhas recebiam o som das músicas cantadas e tocadas por grupos de amigos. "Tenho a esperança que isso volte", confia a freira, cheia de fé. 

Anderson Coelho
Anderson Coelho

LONDRINA: AQUI TEM HISTÓRIA


Amilcare Deklerk


Imóvel localizado na avenida Celso Garcia Cid esquina com a avenida Duque de Caxias, fechado há décadas. Pelo letreiro, foi uma casa de secos e molhados.






sexta-feira, 11 de setembro de 2015

segunda-feira, 7 de setembro de 2015